29 de jun de 2010

Concurso Museu do Carro Electrico




Sobre a memória: “ We cross bridges when we come to them and burn them behind us, with nothing to show for our progress except a memory of the smell of smoke, and a presumption that once our eyes watered” (Maccreanor Lavington, citação sobre “Rosencratz and Guildenstern are Dead de Tom Stoppard – a+t 16 pag. 134)


O edifício ocupado hoje pelo Museu do Carro Eléctrico “transpira”, ainda, referências aos usos do passado que formalizaram a arquitectura que hoje resta. As várias intervenções efectuadas ao longo dos tempos são evidentes no actual edifício e estão claramente presentes em todos os espaços construídos.
Algumas das transformações feitas ao edifício original contribuíram positivamente para uma melhoria a nível arquitectónico, outras resultaram pobres, prejudicando francamente a qualidade do edificado.
As opções tomadas para este projecto vieram genericamente quer no sentido de optimizar o funcionamento de um edifício que possui em si várias valências, quer de minimizar a sua futura manutenção.
Por outro lado também é evidente a intenção de “musealizar” a história industrial não só do edifício, mas também da própria cidade. Esta construção funciona e funcionará como uma “estrutura dedicada à história e memórias do carro eléctrico”.
O programa do museu pode formalizar-se através de volumetrias ou espaços definidos . A postura é, genericamente, a forma dentro da forma. Os volumes novos e o volumes existentes reconhecem-se como tal. Com esta posição torna-se clara a intenção de optimizar as adições formais.


PAINÉIS ENTREGUES












em co-autoria com:

Joana Carvalho
Carlos Valencia Maya
Tiago Borges
João C